As Maiores Organizadoras de Concursos Públicos do País


Você sabe quais são as maiores organizadoras de concursos públicos no Brasil? Não? É hora de se atualizar sobre a realidade dos concursos e sair na frente de milhares de candidatos espalhados pelo país.

Aqui nós elencamos quatro das maiores bancas organizadoras para você entender como é o estilo das provas e para ser um ponto de partida na pesquisa por conteúdos que te expliquem mais profundamente o jeito de cada banca formular uma questão, gabaritos, etc.

ESAF

Essa é uma das bancas organizadoras que costuma ser bem polêmica. Com provas super difíceis, o concurseiro costuma encontrar problemas. Tudo isso por causa da elaboração das questões.

Primeiro, elas costumam apresentar um nível de complexidade muito acima da média. A banca realmente se esforça para fazer uma peneira com uma rede muito, mas muito bem entranhada, passando apenas o que for de fato para passar.

Então, espere questões muito bem elaboradas. Como geralmente ela faz concursos para a Fazenda ou o Tesouro Nacional, é necessário que você também seja cobrado bastante acerca de leis. Sem falar que há várias questões com estudo de casos em direito e cobrança de letra de lei.

Algo que você sempre deve se lembrar é que os temas abordados pela Esaf são polêmicos por um motivo: eles não estão em consenso entre os doutrinadores. Isso sempre faz com que o processo de seleção demore mais do que o normal.

As Maiores Organizadoras de Concursos Públicos do País

E antes das provas, por favor, examine sempre as versões anteriores. Como a Esaf nunca coloca tudo o que pede no edital, conhecer os assuntos que caem mais é a melhor forma para não ser pego desprevenido.

CESPE (A MAIS TEMIDA DAS ORGANIZADORAS)

E você pensando que saindo da Esaf iria encontrar mais moleza. Muito pelo contrário. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília, o popular CESPE, é uma das organizadoras de concursos que os candidatos mais temem encontrar.

Já conhecida entre os concurseiros que tentam o Banco Central e o Banco do Brasil, a banca é bastante renomada quando o assunto é concurso público.

E não por menos. Estamos falando de uma banca criadora de questões que misturam várias disciplinas, tornando a tarefa muito mais complicada para o cérebro do concurseiro bem treinado.

Pelo visto, a CESPE também gosta de vencer pelo cansaço. Provas de português, que geralmente não recebe muita atenção nos estudos quanto uma disciplina de Direito Constitucional, por exemplo, acaba sendo um dos pontos mais complicados da prova. Geralmente a CESPE faz uma prova muito extensa, o que acaba cansando com mais rapidez os concurseiros.

Sempre vá esperando questões onde você tem que marcar o que é certo e errado, dobrando a complexidade e o esforço mental. E se você errar apenas uma parte, “adeus questão”. A CESPE costuma ser bastante rígida em suas seleções.

Por fim, sempre fique atualizado quanto a jurisprudência, pois no concurso não caem questões com conteúdo obsoleto. Leia bastante e desenvolva métodos de leitura, pois com a extensão dessa prova, com certeza você vai precisar.

FGV

A Fundação Getúlio Vargas já é velha conhecida dos formandos em Direito. Porque ela é a banca que organiza a prova de nada mais nada menos do que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), conhecida por ser bastante difícil e por ter uma taxa não tão agradável, digamos assim, de aprovação.

E ela sabe o quanto os concurseiros vão atrás de dados como estes aqui, que entregam a “personalidade” de cada banca. Por isso mesmo, ela muda bastante de uma prova para a outra. É quando um concurseiro perdido pelo país se desespera e acha que por ser, aparentemente, imprevisível, nunca vai conseguir passar num concurso da FGV.

Muita calma nessa hora! Há algumas coisas que aparecem com frequência em suas provas, tem que haver. Uma das características que se repetem são os textos de tamanho massivo para serem interpretados e analisados gramaticalmente na prova.

Porém, devido ao caráter “camaleão” da banca, é muito válido estudar por várias provas diferentes da banca, para estar preparado para vários padrões utilizados por ela.

Aqui há uma semelhança com a CESPE. Em provas de direito se cobra muitas respostas em casos práticos e com múltiplas disciplinas envolvidas. Algo que eleva o grau de dificuldade da banca.

Porém, ao contrário da Esaf, que às vezes deixa uma coisinha do edital de fora, a FGV costuma ir ao pé da letra. Estude tudo quanto for possível e impossível de ser estudado, pois tenha certeza de que vai cair.

FCC

A Fundação Carlos Chagas, muito conhecida entre os concurseiros de órgãos como o TRF, o TJ e o TRT, por exemplo, geralmente não apresenta muitas surpresas. Ela está mais focada no aprendizado das leis por parte dos candidatos e também da desenvoltura nas redações.

Claro que você pode esperar, uma vez ou outra, alguns truques nas questões, como pedir a alternativa incorreta ao invés da correta, o que desestabiliza o senso comum já criado no cérebro de sempre ir atrás das alternativas que fazem sentido.

No mais, a FCC requer que os candidatos decorem as leis de forma literal. Sempre estude pelas provas anteriores, pois o padrão normalmente vai perdurar pelas próximas provas.

Agora que você já conhece o estilo das organizadoras, é hora de colocar a mão na massa e iniciar seus estudos. E também conheça os principais segredos de alguns bancas organizadoras!

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